Primeira noticia positiva eh que estamos com internet em nosso harmonico, organizado e limpa residencia. Apesar de boa, essa noticia, das demais eh a menos interessante.
Meu pai chegou na irlanda no dia 27 e, desde entao, so tive algum tempo e paciencia pra escrever agora
ate ser, exatamente AGORA, interropido por um filha da puta de um velho gringo muito do mal amado e ter uma 'briga' no coffeshop, que depois eu explico.
Voltando, meu pai chegou em Dublin dia 27, e depois de pega-lo no aeroporto, temos passados os dias a "turistar" pela cidade. o filha da puta que discutiu comigo comeu todo o meu tempo na lan house. O fato eh que, viajamos pra edimburgo, e de edimburgo para londres, de onde escrevo. Haja vista que aqui eu pago a internet em libras, que vale mais que barra de ouro - que por sua vez vale mais do que dinheiro, nao vou mais escrever. alias, vou ate mudar o titulo..
sábado, 4 de setembro de 2010
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Dublin em mais uma semana...
Outra semana em Dublin. E se essa semana foi menos corrida que a passada, já que, graças a Deus, já tinhamos um teto garantido, não foi menos cheia de contratempos.
No domingo, dia 8, ainda saimos pra conhecer uma parte da cidade. Andamos pra o norte da cidade e depois pra a região portuária de Dublin. Andamos até o Croke Park Stadium, onde ocorria um jogo de hurling, que aliás é bem popular aqui em Dublin, e depois passamos pelo Aviva Stadium, estádio onde na terça-feira dessa mesma semana, a seleção de futebol da irlanda jogaria um amistoso contra os hermanos argentinos. Pensamos em ir, se não fossem os 40 euros que teríamos que desembolsar pelos ingressos.
Ainda passamos pela constrangedora situação de, graças ao arranhado sotaque irish, confundir "fourteen" com "fourty", e quase comprar 5 ingressos.
Depois dessa verdadeira peregrinação, incluindo uma vista ao O2 Theatre, voltamos a nossa harmônica e não tão organizada residência. E se, à primeira vista, nosso querido e amado apartamento era tudo que precisávamos, descobrimos, na primeira semana morando aqui. Que nem tudo são flores.
Estamos morando na Phibibsborough Road, em Bective Square, Dublin 7. Ou seja, ao norte do Rio Liffey, a menos de 20 minutos da O'Connell Street - principal avendida da cidade. O apartamento é grande, mobiliado, e relativamente bem localizado, tem três quartos, dois doubles e um single, mas apenas um único banheiro. Além disso, estamos localizados a poucos metros do corpo de bombeiros. Que, diga-se, Dublin deve ser a cidade mais incendiária da europa, ou quem sabe, a cidade onde o maior número de gatinhos de velhinhas irlandesas ficam presos em árvores, porque, putaqueopariu, esses caras trabalham - e de quebra fazem barulho - a noite toda.
Soma-se o fato de termos um único e solitário banheiro e da nossa localização não muito privilegiada próxima aos bombeiros, um detalhe da casa nos rendeu momentos de emoção: a fechadura do banheiro do não funciona, ou talvez funcione bem demais - ela fecha, mas nem sempre abre. Descobri isso na prática, passando mais de 40 minutos preso no banheiro.
Certa noite discutiamos em nossa confortável sala de estar, que talvez também seja a cozinha e a sala de jantar, sobre sair ou não a noite. Como a decisão de ficar em casa não era unânime. Em meio ao debate, defendi "vou só no banheiro rapidinho, e a gente sai, fechou.". De fato, fechou, a porta do banheiro, e não abriu mais.
No início era só felicidade - pra alguns. Rodolfo, com a câmera na mão, se divertia. "Bora Marquinhos, tu não vai não é?", "O que é que ta havendo broder? Desista não, persista". Todos, assim como eu, acreditando que, cedo ou tarde, a porta simplesmente abriria.
Depois de muitas tentativas, e algumas frases como "Vamo lá pro Temple Bar, falou Marquinhos" e "Vamo lá galera, todo mundo dando tchau pra Marquinhos", e depois de mais algumas tentativas, todo mundo começou a perceber que a porta, de fato, não ia mais abrir. A essa altura, já se passava das 22 horas e a possibilidade de dormir pelo banheiro mesmo tornava-se cada vez concreta, já que, a essa hora da noite, não conseguiriamos encontrar um chaveiro em Dublin.
As piadinhas se transformaram em fudeu. Até que, depois de muitas outras tentativas, Nato utilizando toda potencialidade do seus cortéx cerebral, bolou um plano, leia-se que, ao mesmo tempo que ousado, perspicaz: cavar um buraco na porta, passar a chave por esse buraco, e, pelo outro lado, abrir a porta.
Primeiro, com a faca do pão, Renato raspou a porta no canto inferior direito, e depois disso, conseguiu me passar a lâmina de outra faca.
Enquanto eu, Nato e Breno trabalhavamos pra me libertar do cárcere sanitário, Rodolfo, incorporando o papel de Datena, se divertia com a câmera repetindo clichês como "momentos de tensão" e "é agoooooora pessoal".
Depois de muito esforço, conseguimos passar a chave por debaixo da porta e, enfim, abrir a porta. (Segue um video com alguns momentos - incluindo a felicidade da libertação).
No meio dessa semana, entre correrias para resolver como colocar internet no apartamento e pra questões do visto no banco e etc, ainda ficamos amigos de um francês de Bourdeux, Aymeric, em uma festa.
No sábado, fizemos uma faxina geral no apê, a qual, no meio dela, ainda recebemos um inesperada visita do nosso troglotida amigo irish, Sean, e depois nos encontramos com Aymeric, no TESCO, pra comprar algumas cervejas e, mais tarde, ir ao Temple Bar. E hoje, no domingo, dia 15, ainda fomos ao maior parque murado da Europa, o Phoenix Park, aqui em Dublin.
(ainda estamos sem internet em casa, provavelmente por durante mais uns 10 dias)
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Dublin, em uma semana.
Chegamos em Dublin na sexta-feira passada (dia 30), a exatamente uma semana atrás, as 16h de uma tarde não muito ensolarada na capital irlandesa. A viagem foi de veras cansativa. Além das horas de espera no(s) aeroporto(s), as horas voando nos deixou acabados.
Chegamos no aeroporto, e fomos pra tão temidamente aguardada passagem pela alfândega, ninguém sem saber exatamente como seria aqui em Dublin. Depois de separados os que possuem o não muito valorizado passaporte da mercosul dos "ilustres" cidadão europeus, fomos obrigados a passar pela policia de imigração.
Nos quatros fomos atendidos pelo mesmo oficial. Um senhor em seus 50 e tantos anos, uma cara tipicamente irlandesa, com as buchechas rosadas e o cabelo "arruivado". Ele não era antipático, mas também nem de longe era simpático. Me perguntou secamente o que eu vim fazer em Dublin, e o que eu fazia no Brasil.
Depois de fotografado e cadastrado, tive o passaporte carimbado e foi me dada a permissão de entrar em terras irlandesas. Ainda bem que com os maços de cigarro que eu trouxe pra vender.
Depois de esperar pelos "bróds" do lado de fora, no reunimos, já com as malas, em frente ao balcão de informações do aeroporto, onde descobrimos, meio que por acaso, que o passaporte de Nato não tinha sido carimbado. E depois de algum tempo entre, pedir informação sobre o que fazer, esperar...esperar...esperar... e ligar pra policia de imigração, conseguimos resolver esse impecilho, enfim, seguir com destino ao Castle Hotel, na Great Denmark Street.
Ainda no aeroporto, descobrimos três formas de chegar ao hotel: o aircoach, por 6 pratas, um transfer de uma brasileira que acabávamos de conhecer, por 7 pratas, ou um onibus urbano, por 2,20 que nos renderia uma caminhada e alguns euros a mais na carteira. Nos despedimos de Breno, que foi com Nuala pra Malahide e ficamos com a terceira opção. Algum tempo depois chegamos no Hotel.
Fomos atendidos por um gaúcho, André, que nos explicou que na verdade não ficariamos no hotel, e sim em um albergue a alguns metros do hotel, um alojamento chamado STUDENTSHOMES.EU na Dorset Street. No alojamento ficariamos em 2 quartos duplos e dividiramos um cozinha comunitária com os outros 'hóspedes'.
Comemos um kebab, em uma kebaberia ao lado do alojamento, tomamos um banho, deixamos as coisas nos quartos e saímos pra conhecer a cidade.
Dublin é uma cidade de médio porte cortado por um rio, o Liffey, que divide a cidade em duas grandes porções, uma ao norte e outra ao sul do rio. Além da divisão geográfica, Dublin é dividida por distritos. Os distritos de número par, ficam ao sul do rio, os impares, ao norte. Nosso albergue ficava em Dublin 7. Dublin 1 e 2 correspondem ao centro da cidade e aonde estão os pontos mais famosos da capital irlandesa, entre eles, uma região conhecida como "Temple Bar". Pra onde fomos nas três primeiras noites na cidade.
O Temple Bar é uma espécie de bairro SÓ de pubs e boates. São dezenas, lotando as ruas de luzes e pessoas, em sua maioria embreagadas. Não tão sexual quanto a Red Light District, em Amsterdã, o Temple Bar ganha no clima de bohemio do bairro. A felicidade só não é maior por causa do preço.
Apesar de em 99% dos pubs e boates a entrada ser franca, bebida é realmente caro. Um pint(copo com 500ml de cerveja) não sai por menos de 5 euros.
A nossa primeira semana em Dublin foi marcada pelas noites no Temple Bar e os dias de correria em busca de um apartamento pra alugar, já que nossa reserva no alojamento acabava no dia 06/08 e prolongar o dias lá custaria dezenas de euros não previstos.
Passamos uma semana com o medo constante de ser despejados. No meio desses dias, ainda saímos um dia com um amigo de Rodolfo que mora a dois anos em Dublin, Tiago, que mostrou alguns outros pontos da cidade e nos deu várias dicas, e com uns amigos que moram Bremen, na Alemanha, que vieram passar o fim de semana em Dublin.
O tempo foi passando e a lista de apartamentos pra alugar ficava a cada dia mais repleta de "X's". Foi quando, através de uma brasileira que eu não lembro nem como conhecemos, conseguimos marcar de conversar com um corretor de Dublin que teria a solução pra nossos problemas, o porralouca do Sean. Um coroa de uns 45 anos, tipicamente irish, com mais de 1,90 m, que a cada 5 palavras 3 eram fuck e que, sempre estava extremamente apressado.
Nos encontramos com Sean na O'Coneel Street, em Pub, e de lá, ele nos levou em seu Fiesta 1990 pra um apartamento na Phibisboro Road, em Dublin 7, a uns 25 minutos a pé do centro de Dublin. E nos mostrou o apartamento de onde hoje escrevo.
O apartamento é grande, espaçoso e relativamente bem localizado. Tem três quartos, dois de casal e um single, além de um sala ampla e uma cozinha completa. Ideal pra o nosso caso. Negociamos o valor do aluguel com Sean e fechamos negócio. Pagamos 200 euros de sinal, e acertamos que no dia seguinte, pagariamos o aluguel do primeiro mês e um deposito no mesmo valor. Nos encontrariamos no dia seguinte no alojamento.
Dito e feito. Voltamos pro alojamento, nos encontramos com Bambie, Luan, Flavinho pra tomar algumas cervejas, e no outro dia às 11h da manhã, Sean estava no alojamento. Entramos no carro dele e dessa vez, no meio do caminho ele parou na O´Connel.
Ao estacionar o carro em um local proibido perguntou se algum de nós sabia dirigir. Após ouvir um sim, desceu rapidamente do carro dizendo "se chegar alguém, saiam dirigindo o carro, deem uma volta no quarteirão, e estacionem aqui denovo. Um de vocês venha comigo.." e saiu do carro.
Apesar de todo mundo ter ficado meio desconfiado foi o que aconteceu. Rodriguinho passou pro banco da frente e eu fui com ele comprar um microondas em um shopping.
No shopping, depois de ter visto ele apresadamente se estressar com a demora do atendente na Argos, comprei com ele um microondas e uma cafeteira. Quando voltamos, o carro estava estacionado no mesmo local. Não sabia eu, o que tinha acontecido.
Assim que entrei no carro, Rodriguinho, Nato e Dolfo, eufóricos, contavam e riam do que tinha acontecido. Um vigilante veio multar o carro e, antes que ele chegasse, Rodriguinho saiu com o carro, andou ALGUNS quarteiros. Depois de ter "dado um volta" em Dublin no carro de Sean, ainda pegou uma contramão e estacionou o carro no mesmo local.
Só Sean não entendeu o que tinha acontecido.
Fomos pra o apartamento, deixamos algumas coisas, pegamos as chaves e fomos pro alojamento almoçar, agora assim, aliviados, com a certeza que, se desse tudo errado, teriamos ao menos um teto pra nos abrigar.
Nos encontramos com Breno, que já veio de mudança de Malahide pra dormir no apê, almoçamos e combinamos passar a noite fazendo um faxina no apartamento, que estava imundo.
Chegamos no apartamento já tarde, dividimos na sorte os quartos. Eu e dolfo em um quarto, Nato e rodriguinho em outro e Breno em seu single, frio e solitário. Fizemos uma espécie de "reconhecimento". Como a água não estava quente, começamos a procurar onde ligava o aquecedor, foi quando Breno apertou um botão vermelho, que depois descobrimos que se chamava "Panic Button". Esse dia, no caso essa noite, vai merecer outros post.
Depois da noite do Panic Button, conseguimos, no outro dia fazer a faxina e, definitavamente, já que também não tinhamos outra opção - já era dia 06, dia do despejo, fazer uma puta faxina e nos acomodarmos no nosso apê.
Hoje é dia 08 de agosto, nosso terceiro dia no apê, depois de duas noites. Ontem fizemos um "cardápio" e a feira da semana. Quando der, coloco as fotos dessa semana.
Chegamos no aeroporto, e fomos pra tão temidamente aguardada passagem pela alfândega, ninguém sem saber exatamente como seria aqui em Dublin. Depois de separados os que possuem o não muito valorizado passaporte da mercosul dos "ilustres" cidadão europeus, fomos obrigados a passar pela policia de imigração.
Nos quatros fomos atendidos pelo mesmo oficial. Um senhor em seus 50 e tantos anos, uma cara tipicamente irlandesa, com as buchechas rosadas e o cabelo "arruivado". Ele não era antipático, mas também nem de longe era simpático. Me perguntou secamente o que eu vim fazer em Dublin, e o que eu fazia no Brasil.
Depois de fotografado e cadastrado, tive o passaporte carimbado e foi me dada a permissão de entrar em terras irlandesas. Ainda bem que com os maços de cigarro que eu trouxe pra vender.
Depois de esperar pelos "bróds" do lado de fora, no reunimos, já com as malas, em frente ao balcão de informações do aeroporto, onde descobrimos, meio que por acaso, que o passaporte de Nato não tinha sido carimbado. E depois de algum tempo entre, pedir informação sobre o que fazer, esperar...esperar...esperar... e ligar pra policia de imigração, conseguimos resolver esse impecilho, enfim, seguir com destino ao Castle Hotel, na Great Denmark Street.
Ainda no aeroporto, descobrimos três formas de chegar ao hotel: o aircoach, por 6 pratas, um transfer de uma brasileira que acabávamos de conhecer, por 7 pratas, ou um onibus urbano, por 2,20 que nos renderia uma caminhada e alguns euros a mais na carteira. Nos despedimos de Breno, que foi com Nuala pra Malahide e ficamos com a terceira opção. Algum tempo depois chegamos no Hotel.
Fomos atendidos por um gaúcho, André, que nos explicou que na verdade não ficariamos no hotel, e sim em um albergue a alguns metros do hotel, um alojamento chamado STUDENTSHOMES.EU na Dorset Street. No alojamento ficariamos em 2 quartos duplos e dividiramos um cozinha comunitária com os outros 'hóspedes'.
Comemos um kebab, em uma kebaberia ao lado do alojamento, tomamos um banho, deixamos as coisas nos quartos e saímos pra conhecer a cidade.
Dublin é uma cidade de médio porte cortado por um rio, o Liffey, que divide a cidade em duas grandes porções, uma ao norte e outra ao sul do rio. Além da divisão geográfica, Dublin é dividida por distritos. Os distritos de número par, ficam ao sul do rio, os impares, ao norte. Nosso albergue ficava em Dublin 7. Dublin 1 e 2 correspondem ao centro da cidade e aonde estão os pontos mais famosos da capital irlandesa, entre eles, uma região conhecida como "Temple Bar". Pra onde fomos nas três primeiras noites na cidade.
O Temple Bar é uma espécie de bairro SÓ de pubs e boates. São dezenas, lotando as ruas de luzes e pessoas, em sua maioria embreagadas. Não tão sexual quanto a Red Light District, em Amsterdã, o Temple Bar ganha no clima de bohemio do bairro. A felicidade só não é maior por causa do preço.
Apesar de em 99% dos pubs e boates a entrada ser franca, bebida é realmente caro. Um pint(copo com 500ml de cerveja) não sai por menos de 5 euros.
A nossa primeira semana em Dublin foi marcada pelas noites no Temple Bar e os dias de correria em busca de um apartamento pra alugar, já que nossa reserva no alojamento acabava no dia 06/08 e prolongar o dias lá custaria dezenas de euros não previstos.
Passamos uma semana com o medo constante de ser despejados. No meio desses dias, ainda saímos um dia com um amigo de Rodolfo que mora a dois anos em Dublin, Tiago, que mostrou alguns outros pontos da cidade e nos deu várias dicas, e com uns amigos que moram Bremen, na Alemanha, que vieram passar o fim de semana em Dublin.
O tempo foi passando e a lista de apartamentos pra alugar ficava a cada dia mais repleta de "X's". Foi quando, através de uma brasileira que eu não lembro nem como conhecemos, conseguimos marcar de conversar com um corretor de Dublin que teria a solução pra nossos problemas, o porralouca do Sean. Um coroa de uns 45 anos, tipicamente irish, com mais de 1,90 m, que a cada 5 palavras 3 eram fuck e que, sempre estava extremamente apressado.
Nos encontramos com Sean na O'Coneel Street, em Pub, e de lá, ele nos levou em seu Fiesta 1990 pra um apartamento na Phibisboro Road, em Dublin 7, a uns 25 minutos a pé do centro de Dublin. E nos mostrou o apartamento de onde hoje escrevo.
O apartamento é grande, espaçoso e relativamente bem localizado. Tem três quartos, dois de casal e um single, além de um sala ampla e uma cozinha completa. Ideal pra o nosso caso. Negociamos o valor do aluguel com Sean e fechamos negócio. Pagamos 200 euros de sinal, e acertamos que no dia seguinte, pagariamos o aluguel do primeiro mês e um deposito no mesmo valor. Nos encontrariamos no dia seguinte no alojamento.
Dito e feito. Voltamos pro alojamento, nos encontramos com Bambie, Luan, Flavinho pra tomar algumas cervejas, e no outro dia às 11h da manhã, Sean estava no alojamento. Entramos no carro dele e dessa vez, no meio do caminho ele parou na O´Connel.
Ao estacionar o carro em um local proibido perguntou se algum de nós sabia dirigir. Após ouvir um sim, desceu rapidamente do carro dizendo "se chegar alguém, saiam dirigindo o carro, deem uma volta no quarteirão, e estacionem aqui denovo. Um de vocês venha comigo.." e saiu do carro.
Apesar de todo mundo ter ficado meio desconfiado foi o que aconteceu. Rodriguinho passou pro banco da frente e eu fui com ele comprar um microondas em um shopping.
No shopping, depois de ter visto ele apresadamente se estressar com a demora do atendente na Argos, comprei com ele um microondas e uma cafeteira. Quando voltamos, o carro estava estacionado no mesmo local. Não sabia eu, o que tinha acontecido.
Assim que entrei no carro, Rodriguinho, Nato e Dolfo, eufóricos, contavam e riam do que tinha acontecido. Um vigilante veio multar o carro e, antes que ele chegasse, Rodriguinho saiu com o carro, andou ALGUNS quarteiros. Depois de ter "dado um volta" em Dublin no carro de Sean, ainda pegou uma contramão e estacionou o carro no mesmo local.
Só Sean não entendeu o que tinha acontecido.
Fomos pra o apartamento, deixamos algumas coisas, pegamos as chaves e fomos pro alojamento almoçar, agora assim, aliviados, com a certeza que, se desse tudo errado, teriamos ao menos um teto pra nos abrigar.
Nos encontramos com Breno, que já veio de mudança de Malahide pra dormir no apê, almoçamos e combinamos passar a noite fazendo um faxina no apartamento, que estava imundo.
Chegamos no apartamento já tarde, dividimos na sorte os quartos. Eu e dolfo em um quarto, Nato e rodriguinho em outro e Breno em seu single, frio e solitário. Fizemos uma espécie de "reconhecimento". Como a água não estava quente, começamos a procurar onde ligava o aquecedor, foi quando Breno apertou um botão vermelho, que depois descobrimos que se chamava "Panic Button". Esse dia, no caso essa noite, vai merecer outros post.
Depois da noite do Panic Button, conseguimos, no outro dia fazer a faxina e, definitavamente, já que também não tinhamos outra opção - já era dia 06, dia do despejo, fazer uma puta faxina e nos acomodarmos no nosso apê.
Hoje é dia 08 de agosto, nosso terceiro dia no apê, depois de duas noites. Ontem fizemos um "cardápio" e a feira da semana. Quando der, coloco as fotos dessa semana.
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